quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Indicação de leitura (4)


Turma, continuando as indicações de leitura, seguem referências de dois textos que iremos discutir em sala de aula hoje.


BLUMER, Herbert. A natureza do interacionismo simbólico. In: MORTENSEN, C. D. Teoria da comunicação: textos básicos. São Paulo: Mosaico, 1980. p. 119-138. 


MINAYO, M.C. O desafio do conhecimento: pesquisa qualitativa em saúde. São Paulo: Hucitec, 2008.


BOA LEITURA!

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Sense Making

Choo (2003, p. 86) apresenta a metáfora de criação do significado, de Brenda Dervin, em que o indivíduo interrompe seu movimento quando percebe um vazio cognitivo. Nessa metáfora, "a busca e o uso da informação serão analisados em termos do triângulo situação-vazio-uso". Que crítica(s) pode(m) ser feita(s) à metáfora de criação de significado de Brenda Dervin como metodologia de pesquisa para estudos de usuários?

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Princípio de Incerteza

Ao apresentar as implicações do princípio de incerteza de C. Kuhlthau, Choo (2003, p. 92) afirma que a "formulação de um foco ou de um ponto de vista é o ponto de mutação do processo de busca". Como isso pode ser justificado a partir da análise das tarefas, ações, e, principalmente, dos sentimentos associados a cada estágio do processo de busca da informação de C. Kuhlthau, o ISP (Information Search Proccess)? Que estágios desse processo costumam ser pulados pelos usuários? Quais as consequências disso?

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Orientado para o Sistema ou Orientado para o Usuário?



Conforme Nice de Figueiredo: "Existem várias maneiras de se caracterizarem estudos de usuários; uma das maneiras mais convenientes é dividi-los em dois tipos:

1) estudos orientados ao uso de uma biblioteca ou centro de informação individual;

2) estudos orientados ao usuário, isto é, investigação sobre um grupo particular de usuários, como este grupo obtém a informação necessária ao seu trabalho." (Figueiredo 1994, p. 8).

Partindo da compreensão desse conceito, questiona-se: como se classificariam os três estudos de usuários avaliados por vocês (Barbosa, 2006; Garcez; Rados, 2002; Furnival; Abe, 2008)?

Acontece que em seu texto, Choo (2003, p. 68-71) faz uma nova leitura da orientação dos estudos orientados ao uso (que ele denomina de estudos orientados ao sistema) e dos estudos orientados ao usuário.

Segundo o autor, "a orientação para o sistema vê a informação como entidade externa, objetiva, que tem realidade própria, baseada no conteúdo, independente dos usuários ou dos sistemas sociais. A informação existe a priori, e é tarefa do usuário localizá-la e extraí-la".

Já na orientação para o usuário, a informação é uma construção subjetiva criada dentro da mente dos usuários. O pacote conteúdo + interpretação é que é útil e valioso para os usuários. O valor da informação reside no relacionamento que o usuário constrói entre si mesmo e determinada informação e, portanto, a mesma informação objetiva pode receber diferentes significados subjetivos de diferentes indivíduos.

Portanto, o que diz se um estudo é orientado ao uso ou ao sistema, ou se ele é orientado ao usuário, conforme Choo, é o modo como o conceito de informação é concebido neste estudo de usuário.


Partindo, agora, da concepção de Choo, repete-se o questionamento acima. Como se classificariam os três estudos de usuários avaliados por vocês (Barbosa, 2006; Garcez; Rados, 2002; Furnival; Abe, 2008)?



Justifiquem, nos dois casos.

sábado, 7 de setembro de 2013

Indicação de leitura (3)



Seguem mais algumas referências de textos sobre os estudos das práticas informacionais.

SAVOLAINEN, Reijo. Everyday Life Information Seeking: Approaching Information Seeking in the Context of “Way of Life”. Library & Information Science Research, v. 17, p. 259-294, 1995. Disponível em: <http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/0740818895900489>. Acesso em: 04 set. 2013.
 
TALJA, Sanna. Constituting "information" and "user" as research objects: a theory of knowledge formations as an alternative to the information man-theory. In: VAKKARI, Perti; SAVOLAINEN, Reijo; DERVIN, Brenda (Eds). Information seeking in context. Londres: Taylor Graham, 1996, p. 67-80. Disponível em: <http://comminfo.rutgers.edu/~tefko/Courses/612/Articles/Talja.pdf>. Acesso em: 04 set. 2013.

WILSON, Thomas. Alfred Shutz, phenomenology and research methodology for information behaviour research. New Review of Information Behaviour Research, 2003. Disponível em: <http://informationr.net/tdw/publ/papers/schutz02.html>. Acesso em: 04 set. 2013.

BOA LEITURA!